Corrente com aditamento é a corrente de rolos que sai de fábrica já com a peça de fixação na placa — a aba, como quase todo mundo chama no chão de fábrica. Também aparece como adicional, aleta, corrente customizada, corrente personalizada, corrente especial sob medida ou, no catálogo em inglês, attachment chain. É a mesma peça: uma corrente de transmissão transformada em corrente transportadora, para arrastar, empurrar, elevar, indexar ou carregar o produto direto sobre ela.
A Mippei é distribuidora autorizada Tsubaki. Fica em Curitiba/PR, tem a presença mais forte no Sul e atende todo o Brasil. Em aditamento cotamos a configuração inteira: os tipos padrão em aço carbono, as linhas especiais — Lambda sem lubrificação, Neptune anticorrosiva, Super Inox, Titan — e a corrente feita sob projeto, com aba fora de catálogo, pino estendido ou pino oco.

Já sabe o tamanho da corrente e o tipo de aba?
Manda o código que está na placa (ex.: RS60-1LA1) ou uma foto do pedaço que você tirou da máquina. A gente identifica e cota.
Cotar no WhatsApp
ou ligue (41) 99937-1387
O que é uma corrente com aditamento — e por que o mercado chama de corrente com aba
Uma corrente de rolos comum só transmite potência: ela puxa a roda dentada e volta. Para transportar alguma coisa, ela precisa de um ponto de apoio. O aditamento é esse ponto: uma extensão da placa da corrente, com um ou dois furos, onde se parafusa a chapa, o cavalete, o empurrador, a caneca, o gabarito ou a garra.
A palavra oficial da Tsubaki, e a que aparece no catálogo em português, é aditamento. No dia a dia da manutenção, quase ninguém usa: pede-se “corrente com aba”, “corrente com aleta”, “corrente com adicional”, “corrente com orelha”. São a mesma coisa. Quem trabalha com desenho em inglês vai ver attachment na folha; quem faz a compra vai digitar “corrente customizada” ou “corrente transportadora sob medida” no Google. Esta página cobre os três jeitos de falar porque é assim que o pedido chega.

Três coisas definem a corrente e precisam bater com o que já está na máquina: passo, diâmetro do rolete e largura interna entre placas. Se as três forem iguais, a corrente com aditamento é intercambiável com a corrente de rolos que está lá — e você não troca roda dentada. O aditamento acrescenta um conjunto de cotas a mais, que é onde a maior parte dos erros de compra acontece.
Passo simples ou passo duplo: a primeira decisão


| Passo simples | Passo duplo | |
|---|---|---|
| Onde rende | Distância curta entre centros, produto pequeno e leve, velocidade média | Transportador longo — com o passo dobrado, o mesmo trecho tem quase metade dos componentes sujeitos a desgaste |
| Transferência | Mais suave e mais silenciosa | Depende do rolete escolhido |
| Rolete | Rolete padrão da corrente de rolos | Rolete S (padrão) ou rolete R (sobredimensionado). O S engrena em roda dentada comum acima de 30 dentes; o R exige roda dentada própria |
| Roda dentada | Roda dentada de corrente de rolos, na maioria dos casos | Roda dentada de passo duplo, ou de corrente de rolos com mais de 30 dentes no caso do rolete S |
| Tipos de aba | A, K, SA, SK, as versões largas WA, WK, WSA, WSK, e pino estendido | A, K, SA, SK, GK-1 e pino estendido. Não existe versão larga (W) em passo duplo. |
Regra prática: trecho curto e produto miúdo, passo simples. Transportador comprido, passo duplo — o custo de reposição cai junto com o número de peças.
Os tipos de aditamento Tsubaki: A, K, SA, SK, W, EP, D e GK-1
Existem mais de mil combinações de aditamento no catálogo da Tsubaki, mas oito famílias resolvem a maior parte dos transportadores. O que muda entre elas é onde a aba fica, se ela é dobrada ou reta, quantos furos tem e de que lado da corrente está.
| Código | Como é a peça | Onde se usa | O cuidado |
|---|---|---|---|
| A-1 / A-2 | Placa dobrada em L, saindo de um lado da corrente. 1 furo (A-1) ou 2 furos (A-2) | O mais usado de todos. Duas correntes em paralelo carregando uma chapa entre elas | Sofre flexão. Com gabarito comprido ou carga lateral, entra torção também |
| K-1 / K-2 | A mesma aba em L, agora nos dois lados | Quando a chapa larga precisa de apoio no meio, ou quando o produto vai direto sobre a corrente | O topo da aba fica acima do rolete: o retorno não corre em guia nos roletes |
| SA-1 / SA-2 | Placa reta prolongada de um lado, sem dobra | Fixar gancho, taco, garra ou chapa lateralmente | Mais simples e mais forte que a A. Aceita flexão e torção conforme a direção da carga |
| SK-1 / SK-2 | A placa reta prolongada nos dois lados | Empurradores, tacos e gabaritos que trabalham sob esforço | Aguenta bem flexão e torção, mas o retorno tem de ser frouxo ou apoiado de outro jeito — não corre em guia |
| WA / WK / WSA / WSK | As mesmas quatro peças com a aba mais larga, na largura da placa | Quando o parafuso precisa de mais material em volta, ou a chapa é pesada | Só existe em passo simples |
| EP (pino estendido) | O próprio pino da corrente sai prolongado para fora | Encaixar rolete, bucha, taco ou ferramenta direto no pino | O pino trabalha sob flexão e cisalhamento. O retorno pode correr em guia nos roletes |
| D | Pinos estendidos nos dois lados, ligando duas correntes por travessa ou gabarito | Transportador de duas correntes paralelas com travessa, bloco ou caçamba | Exige as duas correntes com o mesmo comprimento — é aqui que o serviço de correntes pareadas entra |
| GK-1 | Furo no centro das duas placas, para travessa passante entre correntes paralelas | Travessa de diâmetro maior do que caberia num pino oco | Só em passo duplo, e não combina com rolete tipo R — o rolete bate no furo da placa |
Aditamento tipo A — a aba em L de um lado só
É o ponto de partida de quase todo projeto. A placa é dobrada em L e sai de um lado da corrente, com um ou dois furos de fixação. O espaçamento entre abas é livre: a cada elo, a cada 5 elos, a cada 4 — o que o produto pedir. Em transportador de chapas, o padrão é duas correntes correndo em paralelo com a chapa parafusada entre as abas.


Aditamento tipo K — a mesma aba nos dois lados
K é o A duplicado: aba de cada lado da mesma placa. Como o topo da aba fica mais alto que o rolete, o produto pode ir direto sobre as abas, sem chapa. Quando a chapa é larga e apoiada só nas duas correntes das pontas, uma corrente com aditamento K no meio segura o vão. Se a chapa está bem fixada e é rígida, a flexão praticamente some; se ela dá jogo, o cálculo tem de considerar a flexão da aba.


Aditamento tipo SA e SK — a placa reta, mais simples e mais forte
No SA a placa não é dobrada: ela é prolongada reta para cima, com um ou dois furos. Por não ter a dobra, é uma peça mais rígida que a A do mesmo tamanho. É a escolha natural quando o que vai preso é gancho, garra, taco ou bloco em V. O SK é o SA nos dois lados. Os dois aguentam bem torção — e os dois têm a mesma limitação: o lado de retorno não pode correr apoiado em guia nos roletes, porque a aba passa por cima. Ou o retorno fica frouxo, ou ele é apoiado de outra forma.




Pino estendido, tipo D e GK-1 — quando a fixação não é na placa
Nem todo aditamento é aba. No pino estendido (EP), o próprio pino da corrente sai prolongado — e é nele que se encaixa o rolete, a bucha plástica, o taco ou a ferramenta. O comprimento útil do pino é cota de pedido: tem de vir no desenho. O tipo D usa pinos estendidos dos dois lados para amarrar duas correntes a uma travessa ou a um gabarito. O GK-1, que só existe em passo duplo, resolve o caso em que a travessa é grossa demais para passar por um pino oco: em vez de furar o pino, fura-se o centro das duas placas.




A grade completa: todos os tipos lado a lado
Os dois desenhos abaixo são a referência que o projetista usa para escolher. Vale imprimir e deixar na manutenção — é por esses códigos que a corrente é pedida.


Só tem o pedaço velho da corrente na mão?
Não precisa saber o código. Manda a foto do elo com a aba, de frente e de lado, com uma trena ou um paquímetro encostado. A gente identifica o passo, o tipo de aditamento e o espaçamento.
Identificar pela foto
ou ligue (41) 99937-1387
Tabela de equivalência: o aditamento da sua corrente atual em código Tsubaki
Cada fabricante batizou a aba de um jeito. Se a corrente que está na máquina é de outra marca e o desenho fala em B1, S2, M35 ou E1, esta tabela dá o código Tsubaki correspondente. As três dimensões básicas da corrente continuam valendo — o que muda é só o nome do aditamento.
| Passo | Tsubaki | Outro nome | O que é a peça |
|---|---|---|---|
| Simples e duplo | A-1 | B1 um furo | Aba dobrada, um lado, um furo |
| K-1 | B2 um furo | Aba dobrada, dois lados, um furo | |
| SA-1 | S1 um furo · M35 | Aba reta, um lado, um furo | |
| SK-1 | S2 um furo · M1 | Aba reta, dois lados, um furo | |
| D-1 | E1 | Um pino estendido | |
| D-3 | E2 | Dois pinos estendidos | |
| Passo duplo | A-2 | B1 dois furos | Aba dobrada, um lado, dois furos |
| K-2 | B2 dois furos | Aba dobrada, dois lados, dois furos | |
| SA-2 | S1 dois furos · M35-2 | Aba reta, um lado, dois furos | |
| SK-2 | S2 dois furos · M2 | Aba reta, dois lados, dois furos | |
| Passo simples, aba larga | WA-1 | WCB1 um furo | Aba dobrada larga, um lado, um furo |
| WA-2 | WCB1 dois furos | Aba dobrada larga, um lado, dois furos | |
| WK-1 | WCB2 um furo | Aba dobrada larga, dois lados, um furo | |
| WK-2 | WCB2 dois furos | Aba dobrada larga, dois lados, dois furos | |
| WSA-1 | WCS1 um furo · WM35 | Aba reta larga, um lado, um furo | |
| WSA-2 | WCS1 dois furos · WM35-2 | Aba reta larga, um lado, dois furos | |
| WSK-1 | WCS2 um furo · WM-1 | Aba reta larga, dois lados, um furo | |
| WSK-2 | WCS2 dois furos · WM-2 | Aba reta larga, dois lados, dois furos |
Como se lê o código de uma corrente com aditamento
O código é a corrente inteira descrita numa linha. Lendo da esquerda para a direita:
| Trecho | Significa |
|---|---|
| RS40 | Tamanho da corrente — aqui, passo de 12,70 mm (meia polegada) na série ANSI |
| 1L | Espaçamento do aditamento: a cada 1 passo. “2L” seria a cada 2 passos, e assim por diante |
| A1 | Tipo de aditamento: aba dobrada, um lado, um furo |
As variações que aparecem com frequência:
- RF2040S-1LA1 — passo duplo. O S depois do tamanho é o tipo de rolete (S padrão, R sobredimensionado).
- RS08B-1LA1 — série BS/DIN, para máquina de origem europeia. As cotas batem com a corrente BS que já está lá, sem trocar roda dentada.
- RS40-HP-NP — pino oco (HP) com niquelagem (NP).
- RS80-CU-1LA1 — corrente curva (CU), com folga extra para trabalhar em raio.
Quando você manda esse código para cotar, sobra pouca dúvida. Quando você manda “corrente com aba de meia polegada”, a cotação vira uma conversa — e é por isso que a ficha lá embaixo existe.
Configurador de correntes on-line da Tsubaki: monte o código antes de pedir
A Tsubaki mantém no site oficial um configurador de corrente de rolos gratuito, aberto a qualquer pessoa, sem cadastro obrigatório e sem custo. É a ferramenta que monta a corrente na tela: você escolhe a série, o número de fios, o tipo de aditamento, o espaçamento entre as abas e o comprimento — e ela devolve o código completo do produto. Esse código é exatamente o que a Mippei precisa para cotar sem idas e vindas.
Como usar o configurador em cinco passos
- Escolha a corrente base — série ANSI (RS) ou BS/DIN, passo simples ou passo duplo, e o tamanho que já está na máquina.
- Escolha o tipo de aditamento — A, K, SA, SK, as versões largas ou pino estendido, com um ou dois furos.
- Defina o espaçamento — a cada quantos passos a aba se repete (1L, 2L, 6L…).
- Informe o comprimento — em número de elos ou em metros, e quantos fios em paralelo.
- Copie o código gerado e mande para a gente. Com ele em mãos a cotação sai direto.
Abrir o configurador de correntes TsubakiFerramenta gratuita, hospedada no site oficial da Tsubaki Brasil. A Mippei não cobra nada pelo uso nem pela análise do código que sair de lá.
Duas observações de quem usa a ferramenta no dia a dia. A primeira: o configurador cobre a linha de catálogo. Aditamento sob desenho, pino com comprimento especial, corrente curva ou material fora do padrão não aparecem lá — esses casos vêm direto para a engenharia de aplicação. A segunda: se você não tem certeza do passo, do diâmetro do rolete e da largura interna entre placas da corrente que está na máquina, comece medindo — o configurador parte dessas três dimensões.
Gerou o código no configurador?
Manda para a gente que a Mippei confere a configuração, verifica a disponibilidade e devolve preço e prazo.
Corrente de pino oco: trocar o aditamento sem desmontar a linha
No pino oco (hollow pin, HP) o pino é furado no centro. O aditamento não é soldado nem prensado: ele é montado por dentro do pino — e, portanto, pode ser trocado, ajustado de posição ou reposto com a corrente ainda na máquina.
Três consequências práticas:
- A distância entre aditamentos não muda. O furo está no centro da articulação, então a cota entre abas é a mesma com a corrente esticada ou envolvendo a roda dentada. Em máquina indexada, isso é o que garante o posicionamento.
- A carga se reparte entre as duas placas. Com travessa passando de uma corrente à outra, o esforço se distribui igualmente e a corrente não torce.
- Roda dentada normal. Em passo simples usa-se a roda dentada da corrente de rolos; em passo duplo, a de passo duplo. Não há roda dentada especial.

Corrente curva, crossrod, tubular e as configurações especiais
Quando o transportador faz curva no plano, a corrente comum trava. A corrente curva (CU) tem folga maior entre pino e bucha e entre placa e placa, o que permite um raio lateral grande — e mantém as três dimensões básicas da corrente ASA, então a roda dentada continua sendo a padrão. Todo trecho curvo precisa de guia.
Fora do catálogo padrão, a Tsubaki fabrica sob projeto. As famílias que mais aparecem em pedido brasileiro:
- Crossrod — correntes paralelas unidas por travessas, com ou sem malha, para granel e para produto que precisa respirar.
- Corrente de rolos tubular — roletes longos formando uma esteira de rolos viva, para carga paletizada e caixa grande.
- Aditamento para corrente agrícola — tacos e arrastadores para colheitadeira, elevador de canecas e transporte de cana e grão.
- Corrente com bucha plástica e rolete plástico — acúmulo silencioso, com o rolete girando frouxo para o produto parar sem raspar.
- Corrente de aba serrilhada e garra — para segurar o produto pela borda em termoformadora e em estiramento de filme.
- Aditamento desenhado pelo cliente — manda o desenho com a cota e a Tsubaki faz a matriz.


O material muda tudo: aço carbono, niquelado, inox, Lambda e Neptune
A aba certa na corrente errada quebra do mesmo jeito. O que define o material não é o produto transportado, é o ambiente: umidade, produto químico, temperatura, poeira e a possibilidade ou não de lubrificar.
| Ambiente | Material | Por quê |
|---|---|---|
| Seco, condição normal | Aço carbono | O padrão. Melhor relação entre resistência e custo quando dá para lubrificar |
| Corrosão leve, respingo | Niquelado (N.E.P.) | Camada de proteção sobre o aço carbono, sem perder resistência mecânica |
| Úmido, lavagem frequente | Inox 304 (série SS) | Ambientes corrosivos em geral, incluindo ácidos e álcalis fracos |
| Muito corrosivo, temperatura alta ou baixa, exigência antimagnética | Inox 316 (série NS) | Molibdênio e menos carbono. Trabalha em baixa velocidade até faixas de temperatura que o 304 não alcança |
| Corrosivo com exigência de vida longa | Série 600 AS e LSK | Resistência à corrosão junto com durabilidade — inclusive em imersão |
| Onde não dá para lubrificar | Lambda | Bucha sinterizada impregnada com lubrificante sólido. Roda sem relubrificação, o que resolve eletrônica, alimentos e corrente alta demais para alcançar |
| Externo, maresia, água salgada | Neptune | Tratamento de superfície próprio para corrosão por água e por álcalis, com desempenho conhecido em névoa salina |
Duas balizas que valem para quase toda corrente de rolos padrão:
- Temperatura de trabalho: a corrente padrão fica na faixa de −10 °C a +150 °C. Fora disso, muda a especificação: inox para o calor, corrente de baixa temperatura para o frio.
- Poeira e abrasivo: coque, pó metálico e areia entram entre as peças e comem a corrente. A saída costuma ser subir um tamanho de corrente para reduzir a pressão de contato, ou ir para uma corrente desenhada para desgaste.
Aditamento integrado: parar de soldar cavalete na corrente
Existe um jeito comum e ruim de resolver aditamento: comprar a corrente lisa e mandar a manutenção soldar ou parafusar o cavalete elo por elo. Funciona até o primeiro turno cheio. O ponto de solda é o ponto fraco — e é por ali que a corrente abre.
O aditamento integrado é a peça já conformada junto com a placa, tratada termicamente no mesmo processo. O que a Tsubaki documenta caso a caso, em linhas de confeitaria, papel, siderurgia e alimentos:
- Menos peças no conjunto — some o parafuso, a porca e o suporte avulso.
- Menos hora de montagem na troca, porque não há o que remontar peça por peça.
- Fim da solda em campo e do retrabalho que vem junto.
- Vida mais longa, porque a região da fixação deixa de ser uma emenda.
- Em alimentos, um risco a menos de corpo estranho: sem parafuso solto, sem respingo de solda.
Vale pedir a comparação quando a sua linha hoje é corrente lisa mais cavalete soldado. Em muitos casos a conta fecha só na mão de obra de montagem.
Hoje vocês soldam cavalete na corrente?
Manda uma foto do conjunto montado. A gente avalia se dá para trocar por um aditamento integrado, com o mesmo passo e a mesma roda dentada.
Falar com um especialista
ou ligue (41) 99937-1387
Onde a corrente com aditamento trabalha
As fotos abaixo são configurações reais de corrente com aditamento, agrupadas pelo tipo de linha em que costumam aparecer.
Agroindústria, cana e grãos




Alimentos, bebidas e frigorífico






Madeira, MDF, papel e celulose



Transporte geral, embalagem e indústria pesada




O que a Mippei precisa saber para cotar a sua corrente com aditamento
Corrente com aditamento não tem preço de prateleira: ela é montada para a sua máquina. Quanto mais itens desta lista vierem no primeiro contato, mais rápido a cotação sai — e menor a chance de a corrente chegar e não servir.
O essencial (sem isso não dá para começar)
- É reposição ou projeto novo? Se é reposição, o código da corrente atual e a quantidade de dentes da roda dentada.
- Passo da corrente e as outras duas dimensões básicas: diâmetro do rolete e largura interna entre placas.
- Tipo e espaçamento do aditamento — A-1 a cada 2 passos, SK-2 a cada 6, e assim por diante.
- Comprimento da corrente, em metros ou em número de elos, e quantos fios em paralelo.
- Ambiente: seco, úmido, lavagem, produto químico, poeira, e a temperatura de trabalho.
- Tem lubrificação? Se não tem — ou se a corrente é inacessível —, a conversa começa em Lambda.
O que refina o dimensionamento
- Tipo de transportador: chapas (slat), canecas, empurrador, arraste.
- Direção: horizontal, vertical ou inclinado — e, se inclinado, quantos graus.
- O que é transportado, peso por peça e dimensões da peça.
- Comprimento do trecho transportador e, se houver, do trecho de acúmulo, com o peso e a quantidade em cada um.
- Peso e quantidade das chapas, tacos ou empurradores montados na corrente.
- Velocidade em m/min.
- Se for máquina indexada: avanço por índice, tempo do índice, aceleração e desaceleração.
- Regime: horas por dia, dias por semana, semanas por ano.
Um detalhe que passa despercebido e custa caro: quando duas ou mais correntes correm em paralelo ligadas por travessa ou chapa, elas precisam ter o mesmo comprimento. A Tsubaki oferece correntes medidas e pareadas justamente para isso — se a sua aplicação é de correntes gêmeas, diga no pedido.
Dúvida técnica antes de pedir?
Passa o que você tem — foto, desenho, código antigo, o nome da máquina. A gente volta com o tipo de aditamento, o espaçamento e o material que a aplicação pede.
Tirar dúvida técnica
ou ligue (41) 99937-1387
Catálogos técnicos de correntes com aditamento Tsubaki
Catálogo de aditamento integradoCasos antes e depois em confeitaria, papel, siderurgia, alimentos e autopeças: o que muda quando a aba vem integrada à placa em vez de soldada em campo.Baixar PDF
Catálogo da corrente Lambda com aditamentoA corrente que roda sem relubrificação, para linha de alimentos, eletrônica e corrente inacessível.Baixar PDF
Catálogo da corrente Neptune anticorrosivaTratamento de superfície para ambiente úmido, externo e com maresia, com desempenho em névoa salina.Baixar PDF
Catálogo da corrente inox série LSKInox de vida longa para temperatura alta e ambiente corrosivo, em passo duplo e em corrente RS com aditamento.Baixar PDF
Não achou a sua configuração?A Tsubaki tem mais de mil aditamentos catalogados e fabrica sob desenho. Diga o que a sua máquina precisa que a gente procura.Falar no WhatsApp
Perguntas frequentes sobre corrente com aditamento
Minha corrente transportadora quebrou na aba soldada. Tem como comprar já com a aba de fábrica?
Tem, e é exatamente para isso que a corrente com aditamento existe. A aba sai conformada junto com a placa e tratada no mesmo processo, então some o ponto de solda — que é justamente por onde a corrente costuma abrir. Se você mandar uma foto do conjunto atual, dá para especificar o tipo de aditamento equivalente mantendo o mesmo passo e a mesma roda dentada.
Como eu descubro que tipo de aba a minha corrente tem?
Olhando dois detalhes: de que lado a aba sai e se ela é dobrada ou reta. Aba dobrada em L de um lado é tipo A; dos dois lados é K. Aba reta de um lado é SA; dos dois lados é SK. Depois conte os furos: um furo é “-1”, dois furos é “-2”. Se preferir, mande a foto do elo de frente e de lado com uma trena encostada que a gente identifica.
Corrente com aditamento é a mesma coisa que corrente com aba?
Sim. “Aditamento” é o nome oficial da Tsubaki e o que aparece no catálogo; “aba”, “aleta”, “adicional” e “orelha” são como o mercado brasileiro chama. Em inglês é attachment chain. Pedido, desenho e nota fiscal podem usar nomes diferentes para a mesma peça.
Preciso trocar a roda dentada quando passo para corrente com aditamento?
Na maioria dos casos, não. Se o passo, o diâmetro do rolete e a largura interna entre placas forem os mesmos da corrente que já está lá, a roda dentada continua. As exceções são a corrente de passo duplo com rolete R, que pede roda dentada própria, e a corrente de passo duplo com rolete S acionada por roda dentada de corrente de rolos, que precisa de mais de 30 dentes.
Qual é a diferença entre passo simples e passo duplo na prática?
No passo duplo o passo é o dobro, com a mesma construção básica. Num transportador longo isso significa quase metade dos componentes sujeitos a desgaste — menos peças para trocar. O passo simples entrega transferência mais suave e menos ruído, e é melhor para produto pequeno em distância curta.
O que é corrente de pino oco e quando ela compensa?
É a corrente com o pino furado no centro, em que o aditamento é montado por dentro do pino. Compensa quando você troca de ferramenta ou de gabarito com frequência, porque dá para trocar o aditamento sem desmontar a corrente, e quando a distância entre aditamentos precisa ser exata — no pino oco ela não muda ao passar pela roda dentada.
Dá para fazer uma aba que não está no catálogo?
Dá. Além dos tipos padrão, a Tsubaki fabrica aditamento sob desenho do cliente — aba com furação diferente, pino com comprimento específico, taco, garra, bloco em V, berço. O que precisa vir junto é o desenho com as cotas e o tipo de corrente base.
Minha linha lava com água e produto químico. Que corrente com aditamento usar?
Depende do que é o produto químico e da temperatura. Como regra: respingo e corrosão leve pedem corrente niquelada; lavagem frequente pede inox 304; ambiente muito agressivo, temperatura alta ou exigência antimagnética pedem inox 316. Onde não se pode lubrificar — típico de alimentos — a conversa começa na Lambda. Vale conferir a tabela de resistência química do catálogo antes de fechar.
Qual a faixa de temperatura da corrente com aditamento?
A corrente padrão trabalha entre −10 °C e +150 °C, com o lubrificante adequado à temperatura. Acima disso a especificação muda para inox, e abaixo, para corrente de baixa temperatura — no frio o problema não é só o aço, é o lubrificante solidificar e a articulação travar com gelo.
Duas correntes em paralelo ligadas por travessa precisam ser iguais?
Precisam ter o mesmo comprimento, sim — senão uma trabalha à frente da outra, a travessa entorta e as duas correntes se desgastam fora do normal. Para isso existe o fornecimento de correntes medidas e pareadas, entregues identificadas para montagem. Se a sua aplicação é de correntes gêmeas, diga no pedido.
O lado de retorno da corrente pode correr apoiado em guia?
Depende do aditamento. Com aba tipo A, SA ou pino estendido, sim: o retorno pode correr apoiado pelos roletes na guia, desde que o parafuso não avance para dentro da aba. Com K e SK, não: a aba passa por cima do rolete, então o retorno tem de ficar frouxo ou ser apoiado de outra maneira.
O que é o “1L” no meio do código da corrente?
É o espaçamento entre aditamentos, contado em passos. Em RS40-1LA1, o aditamento vem a cada 1 passo; em RS40-6LA1, a cada 6 passos. Quando o espaçamento não é dito, o aditamento normalmente vem no elo de pino.
A Mippei entrega corrente com aditamento fora do Paraná?
Entrega. A Mippei fica em Curitiba, tem a presença mais forte no Sul e atende todo o Brasil. O atendimento técnico é o mesmo para qualquer estado — o que muda é só o frete.
Quanto tempo leva uma corrente com aditamento?
Depende da configuração. Tipo padrão em tamanho corrente tem prazo curto; aditamento especial, material inox ou linha Lambda com aba específica entram em fabricação. Vale pedir a cotação com o prazo junto, porque em muitos casos existe mais de uma configuração que resolve — e uma delas costuma estar disponível antes.
Por que comprar corrente com aditamento pela Mippei
A Mippei é distribuidora autorizada Tsubaki. Não trabalhamos com segunda linha nem com similar sem procedência: o que sai daqui tem rastreabilidade de fabricante, e o suporte de aplicação vem junto com a peça. Em aditamento isso pesa mais do que em corrente lisa, porque o erro não aparece na hora da compra — aparece três meses depois, quando a aba torce ou a chapa não alinha.
Ficamos em Curitiba/PR, com a presença mais forte no Sul, e atendemos todo o Brasil. Os setores em que a corrente com aditamento mais aparece no nosso dia a dia são papel e celulose, mineração, agroindústria, alimentos e bebidas, e químico e farmacêutico.
Linhas Tsubaki que costumam ser pedidas junto com a corrente com aditamento:
Contra recuo (catraca) Tsubaki
Esteiras porta-cabos Kabelschlepp
Acoplamento flexível Atra-Flex
Rodas dentadas Martin
Todos os produtos
Manda o que você tem que a gente resolve o resto.
Código antigo, foto do elo, desenho da máquina ou só o nome do equipamento — qualquer um desses já serve para começar a cotação.