Corrente com aditamento é a corrente de rolos que sai de fábrica já com a peça de fixação na placa — a aba, como quase todo mundo chama no chão de fábrica. Também aparece como adicional, aleta, corrente customizada, corrente personalizada, corrente especial sob medida ou, no catálogo em inglês, attachment chain. É a mesma peça: uma corrente de transmissão transformada em corrente transportadora, para arrastar, empurrar, elevar, indexar ou carregar o produto direto sobre ela.

A Mippei é distribuidora autorizada Tsubaki. Fica em Curitiba/PR, tem a presença mais forte no Sul e atende todo o Brasil. Em aditamento cotamos a configuração inteira: os tipos padrão em aço carbono, as linhas especiais — Lambda sem lubrificação, Neptune anticorrosiva, Super Inox, Titan — e a corrente feita sob projeto, com aba fora de catálogo, pino estendido ou pino oco.

Corrente de rolos Tsubaki com aditamento tipo A-1: abas em L de um lado da corrente, cada uma com furo de fixação
Corrente com aditamento tipo A-1: a aba sai conformada junto com a placa, com o furo pronto para a chapa, o taco ou o cavalete.

Já sabe o tamanho da corrente e o tipo de aba?
Manda o código que está na placa (ex.: RS60-1LA1) ou uma foto do pedaço que você tirou da máquina. A gente identifica e cota.

Cotar no WhatsApp
ou ligue (41) 99937-1387

O que é uma corrente com aditamento — e por que o mercado chama de corrente com aba

Uma corrente de rolos comum só transmite potência: ela puxa a roda dentada e volta. Para transportar alguma coisa, ela precisa de um ponto de apoio. O aditamento é esse ponto: uma extensão da placa da corrente, com um ou dois furos, onde se parafusa a chapa, o cavalete, o empurrador, a caneca, o gabarito ou a garra.

A palavra oficial da Tsubaki, e a que aparece no catálogo em português, é aditamento. No dia a dia da manutenção, quase ninguém usa: pede-se “corrente com aba”, “corrente com aleta”, “corrente com adicional”, “corrente com orelha”. São a mesma coisa. Quem trabalha com desenho em inglês vai ver attachment na folha; quem faz a compra vai digitar “corrente customizada” ou “corrente transportadora sob medida” no Google. Esta página cobre os três jeitos de falar porque é assim que o pedido chega.

Estrutura de uma corrente com aditamento Tsubaki: placas, pinos, buchas, roletes, elo de emenda e elo de transição
As peças de uma corrente com aditamento: placa, pino, bucha, rolete, elo de emenda com trava mola e elo de transição. O aditamento é uma extensão da placa.

Três coisas definem a corrente e precisam bater com o que já está na máquina: passo, diâmetro do rolete e largura interna entre placas. Se as três forem iguais, a corrente com aditamento é intercambiável com a corrente de rolos que está lá — e você não troca roda dentada. O aditamento acrescenta um conjunto de cotas a mais, que é onde a maior parte dos erros de compra acontece.

Passo simples ou passo duplo: a primeira decisão

Corrente com aditamento de passo simples Tsubaki, base corrente de rolos ASA
Passo simples: transferência suave, pouco ruído, ideal para produto pequeno e distância curta.
Corrente com aditamento de passo duplo Tsubaki, placa longa para transportador extenso
Passo duplo: o passo é o dobro, então o mesmo transportador usa quase metade das peças.
Passo simples × passo duplo em corrente com aditamento
 Passo simplesPasso duplo
Onde rendeDistância curta entre centros, produto pequeno e leve, velocidade médiaTransportador longo — com o passo dobrado, o mesmo trecho tem quase metade dos componentes sujeitos a desgaste
TransferênciaMais suave e mais silenciosaDepende do rolete escolhido
RoleteRolete padrão da corrente de rolosRolete S (padrão) ou rolete R (sobredimensionado). O S engrena em roda dentada comum acima de 30 dentes; o R exige roda dentada própria
Roda dentadaRoda dentada de corrente de rolos, na maioria dos casosRoda dentada de passo duplo, ou de corrente de rolos com mais de 30 dentes no caso do rolete S
Tipos de abaA, K, SA, SK, as versões largas WA, WK, WSA, WSK, e pino estendidoA, K, SA, SK, GK-1 e pino estendido. Não existe versão larga (W) em passo duplo.

Regra prática: trecho curto e produto miúdo, passo simples. Transportador comprido, passo duplo — o custo de reposição cai junto com o número de peças.

Os tipos de aditamento Tsubaki: A, K, SA, SK, W, EP, D e GK-1

Existem mais de mil combinações de aditamento no catálogo da Tsubaki, mas oito famílias resolvem a maior parte dos transportadores. O que muda entre elas é onde a aba fica, se ela é dobrada ou reta, quantos furos tem e de que lado da corrente está.

Tipos de aditamento padrão — como reconhecer e quando usar
CódigoComo é a peçaOnde se usaO cuidado
A-1 / A-2Placa dobrada em L, saindo de um lado da corrente. 1 furo (A-1) ou 2 furos (A-2)O mais usado de todos. Duas correntes em paralelo carregando uma chapa entre elasSofre flexão. Com gabarito comprido ou carga lateral, entra torção também
K-1 / K-2A mesma aba em L, agora nos dois ladosQuando a chapa larga precisa de apoio no meio, ou quando o produto vai direto sobre a correnteO topo da aba fica acima do rolete: o retorno não corre em guia nos roletes
SA-1 / SA-2Placa reta prolongada de um lado, sem dobraFixar gancho, taco, garra ou chapa lateralmenteMais simples e mais forte que a A. Aceita flexão e torção conforme a direção da carga
SK-1 / SK-2A placa reta prolongada nos dois ladosEmpurradores, tacos e gabaritos que trabalham sob esforçoAguenta bem flexão e torção, mas o retorno tem de ser frouxo ou apoiado de outro jeito — não corre em guia
WA / WK / WSA / WSKAs mesmas quatro peças com a aba mais larga, na largura da placaQuando o parafuso precisa de mais material em volta, ou a chapa é pesadaSó existe em passo simples
EP (pino estendido)O próprio pino da corrente sai prolongado para foraEncaixar rolete, bucha, taco ou ferramenta direto no pinoO pino trabalha sob flexão e cisalhamento. O retorno pode correr em guia nos roletes
DPinos estendidos nos dois lados, ligando duas correntes por travessa ou gabaritoTransportador de duas correntes paralelas com travessa, bloco ou caçambaExige as duas correntes com o mesmo comprimento — é aqui que o serviço de correntes pareadas entra
GK-1Furo no centro das duas placas, para travessa passante entre correntes paralelasTravessa de diâmetro maior do que caberia num pino ocoSó em passo duplo, e não combina com rolete tipo R — o rolete bate no furo da placa

Aditamento tipo A — a aba em L de um lado só

É o ponto de partida de quase todo projeto. A placa é dobrada em L e sai de um lado da corrente, com um ou dois furos de fixação. O espaçamento entre abas é livre: a cada elo, a cada 5 elos, a cada 4 — o que o produto pedir. Em transportador de chapas, o padrão é duas correntes correndo em paralelo com a chapa parafusada entre as abas.

Aditamento tipo A-1 Tsubaki: aba em L com um furo de um lado da corrente
A-1: aba em L, um furo, de um lado da corrente.
Aditamento tipo A-2 Tsubaki com chapa parafusada entre duas correntes paralelas
A-2 com chapa: duas correntes em paralelo carregando a chapa entre elas.

Aditamento tipo K — a mesma aba nos dois lados

K é o A duplicado: aba de cada lado da mesma placa. Como o topo da aba fica mais alto que o rolete, o produto pode ir direto sobre as abas, sem chapa. Quando a chapa é larga e apoiada só nas duas correntes das pontas, uma corrente com aditamento K no meio segura o vão. Se a chapa está bem fixada e é rígida, a flexão praticamente some; se ela dá jogo, o cálculo tem de considerar a flexão da aba.

Aditamento tipo K-1 Tsubaki: aba em L dos dois lados da corrente de rolos
K-1: a aba em L nos dois lados.
Aditamento tipo K Tsubaki com cantoneira parafusada funcionando como empurrador
K com cantoneira: a peça parafusada vira empurrador ou taco de arraste.

Aditamento tipo SA e SK — a placa reta, mais simples e mais forte

No SA a placa não é dobrada: ela é prolongada reta para cima, com um ou dois furos. Por não ter a dobra, é uma peça mais rígida que a A do mesmo tamanho. É a escolha natural quando o que vai preso é gancho, garra, taco ou bloco em V. O SK é o SA nos dois lados. Os dois aguentam bem torção — e os dois têm a mesma limitação: o lado de retorno não pode correr apoiado em guia nos roletes, porque a aba passa por cima. Ou o retorno fica frouxo, ou ele é apoiado de outra forma.

Aditamento tipo SA-1 Tsubaki: placa reta prolongada de um lado da corrente
SA-1: placa reta prolongada de um lado.
Aditamento tipo SA-2 Tsubaki com gancho para transporte suspenso
SA-2 com gancho: transporte suspenso peça a peça.
Aditamento tipo SK-1 Tsubaki: placa reta prolongada nos dois lados da corrente
SK-1: a placa reta nos dois lados.
Aditamento tipo SK-2 Tsubaki com bloco em V para transportar peça cilíndrica
SK-2 com bloco em V: berço para peça cilíndrica.

Pino estendido, tipo D e GK-1 — quando a fixação não é na placa

Nem todo aditamento é aba. No pino estendido (EP), o próprio pino da corrente sai prolongado — e é nele que se encaixa o rolete, a bucha plástica, o taco ou a ferramenta. O comprimento útil do pino é cota de pedido: tem de vir no desenho. O tipo D usa pinos estendidos dos dois lados para amarrar duas correntes a uma travessa ou a um gabarito. O GK-1, que só existe em passo duplo, resolve o caso em que a travessa é grossa demais para passar por um pino oco: em vez de furar o pino, fura-se o centro das duas placas.

Corrente Tsubaki com pino estendido para encaixe de roletes e ferramentas
Pino estendido: a fixação vai no pino, não na placa.
Aditamento tipo D Tsubaki ligando duas correntes por travessa e gabarito
Tipo D: duas correntes amarradas por travessa ou gabarito.
Aditamento GK-1 Tsubaki com furo central nas placas para travessa entre correntes
GK-1: furo no centro das placas para travessa de diâmetro maior.
Corrente Tsubaki com travessas e malha metálica para transporte de granel
Travessas com malha: a esteira vira o próprio elemento de transporte.

A grade completa: todos os tipos lado a lado

Os dois desenhos abaixo são a referência que o projetista usa para escolher. Vale imprimir e deixar na manutenção — é por esses códigos que a corrente é pedida.

Grade com todos os tipos de aditamento Tsubaki de passo simples: A-1, K-1, SA-1, SK-1, AA-1, KK-1, SAA-1, SKK-1, WA, WK, WSA, WSK, EP e EW
Passo simples: A, K, SA, SK, as versões duplas AA e KK, as largas WA/WK/WSA/WSK e os pinos estendidos EP e EW.
Grade com os tipos de aditamento Tsubaki de passo duplo: A-1, A-2, K-1, K-2, SA-1, SA-2, SK-1, SK-2, GK-1 e pino estendido
Passo duplo: A, K, SA, SK em uma e duas furações, mais GK-1 e pino estendido.

Só tem o pedaço velho da corrente na mão?
Não precisa saber o código. Manda a foto do elo com a aba, de frente e de lado, com uma trena ou um paquímetro encostado. A gente identifica o passo, o tipo de aditamento e o espaçamento.

Identificar pela foto
ou ligue (41) 99937-1387

Tabela de equivalência: o aditamento da sua corrente atual em código Tsubaki

Cada fabricante batizou a aba de um jeito. Se a corrente que está na máquina é de outra marca e o desenho fala em B1, S2, M35 ou E1, esta tabela dá o código Tsubaki correspondente. As três dimensões básicas da corrente continuam valendo — o que muda é só o nome do aditamento.

Equivalência de nomenclatura de aditamento entre fabricantes
PassoTsubakiOutro nomeO que é a peça
Simples e duploA-1B1 um furoAba dobrada, um lado, um furo
K-1B2 um furoAba dobrada, dois lados, um furo
SA-1S1 um furo · M35Aba reta, um lado, um furo
SK-1S2 um furo · M1Aba reta, dois lados, um furo
D-1E1Um pino estendido
D-3E2Dois pinos estendidos
Passo duploA-2B1 dois furosAba dobrada, um lado, dois furos
K-2B2 dois furosAba dobrada, dois lados, dois furos
SA-2S1 dois furos · M35-2Aba reta, um lado, dois furos
SK-2S2 dois furos · M2Aba reta, dois lados, dois furos
Passo simples, aba largaWA-1WCB1 um furoAba dobrada larga, um lado, um furo
WA-2WCB1 dois furosAba dobrada larga, um lado, dois furos
WK-1WCB2 um furoAba dobrada larga, dois lados, um furo
WK-2WCB2 dois furosAba dobrada larga, dois lados, dois furos
WSA-1WCS1 um furo · WM35Aba reta larga, um lado, um furo
WSA-2WCS1 dois furos · WM35-2Aba reta larga, um lado, dois furos
WSK-1WCS2 um furo · WM-1Aba reta larga, dois lados, um furo
WSK-2WCS2 dois furos · WM-2Aba reta larga, dois lados, dois furos

Como se lê o código de uma corrente com aditamento

O código é a corrente inteira descrita numa linha. Lendo da esquerda para a direita:

Leitura do código RS40-1LA1
TrechoSignifica
RS40Tamanho da corrente — aqui, passo de 12,70 mm (meia polegada) na série ANSI
1LEspaçamento do aditamento: a cada 1 passo. “2L” seria a cada 2 passos, e assim por diante
A1Tipo de aditamento: aba dobrada, um lado, um furo

As variações que aparecem com frequência:

  • RF2040S-1LA1 — passo duplo. O S depois do tamanho é o tipo de rolete (S padrão, R sobredimensionado).
  • RS08B-1LA1 — série BS/DIN, para máquina de origem europeia. As cotas batem com a corrente BS que já está lá, sem trocar roda dentada.
  • RS40-HP-NP — pino oco (HP) com niquelagem (NP).
  • RS80-CU-1LA1 — corrente curva (CU), com folga extra para trabalhar em raio.

Quando você manda esse código para cotar, sobra pouca dúvida. Quando você manda “corrente com aba de meia polegada”, a cotação vira uma conversa — e é por isso que a ficha lá embaixo existe.

Configurador de correntes on-line da Tsubaki: monte o código antes de pedir

A Tsubaki mantém no site oficial um configurador de corrente de rolos gratuito, aberto a qualquer pessoa, sem cadastro obrigatório e sem custo. É a ferramenta que monta a corrente na tela: você escolhe a série, o número de fios, o tipo de aditamento, o espaçamento entre as abas e o comprimento — e ela devolve o código completo do produto. Esse código é exatamente o que a Mippei precisa para cotar sem idas e vindas.

Como usar o configurador em cinco passos

  1. Escolha a corrente base — série ANSI (RS) ou BS/DIN, passo simples ou passo duplo, e o tamanho que já está na máquina.
  2. Escolha o tipo de aditamento — A, K, SA, SK, as versões largas ou pino estendido, com um ou dois furos.
  3. Defina o espaçamento — a cada quantos passos a aba se repete (1L, 2L, 6L…).
  4. Informe o comprimento — em número de elos ou em metros, e quantos fios em paralelo.
  5. Copie o código gerado e mande para a gente. Com ele em mãos a cotação sai direto.

Abrir o configurador de correntes TsubakiFerramenta gratuita, hospedada no site oficial da Tsubaki Brasil. A Mippei não cobra nada pelo uso nem pela análise do código que sair de lá.

Duas observações de quem usa a ferramenta no dia a dia. A primeira: o configurador cobre a linha de catálogo. Aditamento sob desenho, pino com comprimento especial, corrente curva ou material fora do padrão não aparecem lá — esses casos vêm direto para a engenharia de aplicação. A segunda: se você não tem certeza do passo, do diâmetro do rolete e da largura interna entre placas da corrente que está na máquina, comece medindo — o configurador parte dessas três dimensões.

Gerou o código no configurador?
Manda para a gente que a Mippei confere a configuração, verifica a disponibilidade e devolve preço e prazo.

Enviar o código no WhatsAppou ligue (41) 99937-1387

Corrente de pino oco: trocar o aditamento sem desmontar a linha

No pino oco (hollow pin, HP) o pino é furado no centro. O aditamento não é soldado nem prensado: ele é montado por dentro do pino — e, portanto, pode ser trocado, ajustado de posição ou reposto com a corrente ainda na máquina.

Três consequências práticas:

  • A distância entre aditamentos não muda. O furo está no centro da articulação, então a cota entre abas é a mesma com a corrente esticada ou envolvendo a roda dentada. Em máquina indexada, isso é o que garante o posicionamento.
  • A carga se reparte entre as duas placas. Com travessa passando de uma corrente à outra, o esforço se distribui igualmente e a corrente não torce.
  • Roda dentada normal. Em passo simples usa-se a roda dentada da corrente de rolos; em passo duplo, a de passo duplo. Não há roda dentada especial.
Corrente Tsubaki de pino oco (hollow pin) com furo no centro do pino para montagem de aditamentos
Corrente de pino oco: o aditamento entra por dentro do pino e sai sem desmontar a corrente.

Corrente curva, crossrod, tubular e as configurações especiais

Quando o transportador faz curva no plano, a corrente comum trava. A corrente curva (CU) tem folga maior entre pino e bucha e entre placa e placa, o que permite um raio lateral grande — e mantém as três dimensões básicas da corrente ASA, então a roda dentada continua sendo a padrão. Todo trecho curvo precisa de guia.

Fora do catálogo padrão, a Tsubaki fabrica sob projeto. As famílias que mais aparecem em pedido brasileiro:

  • Crossrod — correntes paralelas unidas por travessas, com ou sem malha, para granel e para produto que precisa respirar.
  • Corrente de rolos tubular — roletes longos formando uma esteira de rolos viva, para carga paletizada e caixa grande.
  • Aditamento para corrente agrícola — tacos e arrastadores para colheitadeira, elevador de canecas e transporte de cana e grão.
  • Corrente com bucha plástica e rolete plástico — acúmulo silencioso, com o rolete girando frouxo para o produto parar sem raspar.
  • Corrente de aba serrilhada e garra — para segurar o produto pela borda em termoformadora e em estiramento de filme.
  • Aditamento desenhado pelo cliente — manda o desenho com a cota e a Tsubaki faz a matriz.
Corrente de rolos Tsubaki especial usada como acoplamento de correntes
Corrente especial aplicada como acoplamento.
Corrente Tsubaki com aditamento e roletes para transportador de rolos
Roletes montados na corrente: transportador de rolos acionado.

O material muda tudo: aço carbono, niquelado, inox, Lambda e Neptune

A aba certa na corrente errada quebra do mesmo jeito. O que define o material não é o produto transportado, é o ambiente: umidade, produto químico, temperatura, poeira e a possibilidade ou não de lubrificar.

Escolha do material pelo ambiente de trabalho
AmbienteMaterialPor quê
Seco, condição normalAço carbonoO padrão. Melhor relação entre resistência e custo quando dá para lubrificar
Corrosão leve, respingoNiquelado (N.E.P.)Camada de proteção sobre o aço carbono, sem perder resistência mecânica
Úmido, lavagem frequenteInox 304 (série SS)Ambientes corrosivos em geral, incluindo ácidos e álcalis fracos
Muito corrosivo, temperatura alta ou baixa, exigência antimagnéticaInox 316 (série NS)Molibdênio e menos carbono. Trabalha em baixa velocidade até faixas de temperatura que o 304 não alcança
Corrosivo com exigência de vida longaSérie 600 AS e LSKResistência à corrosão junto com durabilidade — inclusive em imersão
Onde não dá para lubrificarLambdaBucha sinterizada impregnada com lubrificante sólido. Roda sem relubrificação, o que resolve eletrônica, alimentos e corrente alta demais para alcançar
Externo, maresia, água salgadaNeptuneTratamento de superfície próprio para corrosão por água e por álcalis, com desempenho conhecido em névoa salina

Duas balizas que valem para quase toda corrente de rolos padrão:

  • Temperatura de trabalho: a corrente padrão fica na faixa de −10 °C a +150 °C. Fora disso, muda a especificação: inox para o calor, corrente de baixa temperatura para o frio.
  • Poeira e abrasivo: coque, pó metálico e areia entram entre as peças e comem a corrente. A saída costuma ser subir um tamanho de corrente para reduzir a pressão de contato, ou ir para uma corrente desenhada para desgaste.

Aditamento integrado: parar de soldar cavalete na corrente

Existe um jeito comum e ruim de resolver aditamento: comprar a corrente lisa e mandar a manutenção soldar ou parafusar o cavalete elo por elo. Funciona até o primeiro turno cheio. O ponto de solda é o ponto fraco — e é por ali que a corrente abre.

O aditamento integrado é a peça já conformada junto com a placa, tratada termicamente no mesmo processo. O que a Tsubaki documenta caso a caso, em linhas de confeitaria, papel, siderurgia e alimentos:

  • Menos peças no conjunto — some o parafuso, a porca e o suporte avulso.
  • Menos hora de montagem na troca, porque não há o que remontar peça por peça.
  • Fim da solda em campo e do retrabalho que vem junto.
  • Vida mais longa, porque a região da fixação deixa de ser uma emenda.
  • Em alimentos, um risco a menos de corpo estranho: sem parafuso solto, sem respingo de solda.

Vale pedir a comparação quando a sua linha hoje é corrente lisa mais cavalete soldado. Em muitos casos a conta fecha só na mão de obra de montagem.

Hoje vocês soldam cavalete na corrente?
Manda uma foto do conjunto montado. A gente avalia se dá para trocar por um aditamento integrado, com o mesmo passo e a mesma roda dentada.

Falar com um especialista
ou ligue (41) 99937-1387

Onde a corrente com aditamento trabalha

As fotos abaixo são configurações reais de corrente com aditamento, agrupadas pelo tipo de linha em que costumam aparecer.

Agroindústria, cana e grãos

Corrente com aditamento Tsubaki para colheitadeira de cana-de-açúcar
Colheitadeira de cana
Corrente com aditamento Tsubaki para colheitadeira de milho
Colheitadeira de milho
Corrente com aditamento Tsubaki para transportador de chapas tipo slat
Transportador de chapas (slat)
Corrente com aditamento Tsubaki para estação de tratamento de água e esgoto
Tratamento de água e efluente

Alimentos, bebidas e frigorífico

Corrente com aditamento Tsubaki em linha de processamento de vegetais
Processamento de vegetais
Corrente com aditamento Tsubaki em linha de laticínios
Laticínios
Corrente com aditamento Tsubaki em túnel de resfriamento de pães
Resfriamento de pães
Corrente com aditamento Tsubaki em linha de latas e bebidas
Linha de latas e bebidas
Corrente com aditamento Tsubaki para forno industrial contínuo
Forno contínuo
Corrente com aditamento Tsubaki em linha de produtos sanitários
Produtos sanitários

Madeira, MDF, papel e celulose

Corrente com aditamento Tsubaki em máquina de beneficiamento de madeira
Beneficiamento de madeira
Corrente com aditamento Tsubaki em linha de chapa dura e MDF
Chapa dura e MDF
Corrente com aditamento Tsubaki em linha de compensado e laminado
Compensado e laminado

Transporte geral, embalagem e indústria pesada

Corrente Tsubaki free flow com roletes para acúmulo de produto
Transportador free flow
Corrente com aditamento Tsubaki em equipamento de embalagem
Equipamento de embalagem
Corrente com aditamento Tsubaki em linha de trefilação de arame
Trefilação de arame
Corrente de rolos Tsubaki especial aplicada como acoplamento
Corrente especial de acoplamento

O que a Mippei precisa saber para cotar a sua corrente com aditamento

Corrente com aditamento não tem preço de prateleira: ela é montada para a sua máquina. Quanto mais itens desta lista vierem no primeiro contato, mais rápido a cotação sai — e menor a chance de a corrente chegar e não servir.

O essencial (sem isso não dá para começar)

  • É reposição ou projeto novo? Se é reposição, o código da corrente atual e a quantidade de dentes da roda dentada.
  • Passo da corrente e as outras duas dimensões básicas: diâmetro do rolete e largura interna entre placas.
  • Tipo e espaçamento do aditamento — A-1 a cada 2 passos, SK-2 a cada 6, e assim por diante.
  • Comprimento da corrente, em metros ou em número de elos, e quantos fios em paralelo.
  • Ambiente: seco, úmido, lavagem, produto químico, poeira, e a temperatura de trabalho.
  • Tem lubrificação? Se não tem — ou se a corrente é inacessível —, a conversa começa em Lambda.

O que refina o dimensionamento

  • Tipo de transportador: chapas (slat), canecas, empurrador, arraste.
  • Direção: horizontal, vertical ou inclinado — e, se inclinado, quantos graus.
  • O que é transportado, peso por peça e dimensões da peça.
  • Comprimento do trecho transportador e, se houver, do trecho de acúmulo, com o peso e a quantidade em cada um.
  • Peso e quantidade das chapas, tacos ou empurradores montados na corrente.
  • Velocidade em m/min.
  • Se for máquina indexada: avanço por índice, tempo do índice, aceleração e desaceleração.
  • Regime: horas por dia, dias por semana, semanas por ano.

Um detalhe que passa despercebido e custa caro: quando duas ou mais correntes correm em paralelo ligadas por travessa ou chapa, elas precisam ter o mesmo comprimento. A Tsubaki oferece correntes medidas e pareadas justamente para isso — se a sua aplicação é de correntes gêmeas, diga no pedido.

Dúvida técnica antes de pedir?
Passa o que você tem — foto, desenho, código antigo, o nome da máquina. A gente volta com o tipo de aditamento, o espaçamento e o material que a aplicação pede.

Tirar dúvida técnica
ou ligue (41) 99937-1387

Catálogos técnicos de correntes com aditamento Tsubaki

Perguntas frequentes sobre corrente com aditamento

Minha corrente transportadora quebrou na aba soldada. Tem como comprar já com a aba de fábrica?

Tem, e é exatamente para isso que a corrente com aditamento existe. A aba sai conformada junto com a placa e tratada no mesmo processo, então some o ponto de solda — que é justamente por onde a corrente costuma abrir. Se você mandar uma foto do conjunto atual, dá para especificar o tipo de aditamento equivalente mantendo o mesmo passo e a mesma roda dentada.

Como eu descubro que tipo de aba a minha corrente tem?

Olhando dois detalhes: de que lado a aba sai e se ela é dobrada ou reta. Aba dobrada em L de um lado é tipo A; dos dois lados é K. Aba reta de um lado é SA; dos dois lados é SK. Depois conte os furos: um furo é “-1”, dois furos é “-2”. Se preferir, mande a foto do elo de frente e de lado com uma trena encostada que a gente identifica.

Corrente com aditamento é a mesma coisa que corrente com aba?

Sim. “Aditamento” é o nome oficial da Tsubaki e o que aparece no catálogo; “aba”, “aleta”, “adicional” e “orelha” são como o mercado brasileiro chama. Em inglês é attachment chain. Pedido, desenho e nota fiscal podem usar nomes diferentes para a mesma peça.

Preciso trocar a roda dentada quando passo para corrente com aditamento?

Na maioria dos casos, não. Se o passo, o diâmetro do rolete e a largura interna entre placas forem os mesmos da corrente que já está lá, a roda dentada continua. As exceções são a corrente de passo duplo com rolete R, que pede roda dentada própria, e a corrente de passo duplo com rolete S acionada por roda dentada de corrente de rolos, que precisa de mais de 30 dentes.

Qual é a diferença entre passo simples e passo duplo na prática?

No passo duplo o passo é o dobro, com a mesma construção básica. Num transportador longo isso significa quase metade dos componentes sujeitos a desgaste — menos peças para trocar. O passo simples entrega transferência mais suave e menos ruído, e é melhor para produto pequeno em distância curta.

O que é corrente de pino oco e quando ela compensa?

É a corrente com o pino furado no centro, em que o aditamento é montado por dentro do pino. Compensa quando você troca de ferramenta ou de gabarito com frequência, porque dá para trocar o aditamento sem desmontar a corrente, e quando a distância entre aditamentos precisa ser exata — no pino oco ela não muda ao passar pela roda dentada.

Dá para fazer uma aba que não está no catálogo?

Dá. Além dos tipos padrão, a Tsubaki fabrica aditamento sob desenho do cliente — aba com furação diferente, pino com comprimento específico, taco, garra, bloco em V, berço. O que precisa vir junto é o desenho com as cotas e o tipo de corrente base.

Minha linha lava com água e produto químico. Que corrente com aditamento usar?

Depende do que é o produto químico e da temperatura. Como regra: respingo e corrosão leve pedem corrente niquelada; lavagem frequente pede inox 304; ambiente muito agressivo, temperatura alta ou exigência antimagnética pedem inox 316. Onde não se pode lubrificar — típico de alimentos — a conversa começa na Lambda. Vale conferir a tabela de resistência química do catálogo antes de fechar.

Qual a faixa de temperatura da corrente com aditamento?

A corrente padrão trabalha entre −10 °C e +150 °C, com o lubrificante adequado à temperatura. Acima disso a especificação muda para inox, e abaixo, para corrente de baixa temperatura — no frio o problema não é só o aço, é o lubrificante solidificar e a articulação travar com gelo.

Duas correntes em paralelo ligadas por travessa precisam ser iguais?

Precisam ter o mesmo comprimento, sim — senão uma trabalha à frente da outra, a travessa entorta e as duas correntes se desgastam fora do normal. Para isso existe o fornecimento de correntes medidas e pareadas, entregues identificadas para montagem. Se a sua aplicação é de correntes gêmeas, diga no pedido.

O lado de retorno da corrente pode correr apoiado em guia?

Depende do aditamento. Com aba tipo A, SA ou pino estendido, sim: o retorno pode correr apoiado pelos roletes na guia, desde que o parafuso não avance para dentro da aba. Com K e SK, não: a aba passa por cima do rolete, então o retorno tem de ficar frouxo ou ser apoiado de outra maneira.

O que é o “1L” no meio do código da corrente?

É o espaçamento entre aditamentos, contado em passos. Em RS40-1LA1, o aditamento vem a cada 1 passo; em RS40-6LA1, a cada 6 passos. Quando o espaçamento não é dito, o aditamento normalmente vem no elo de pino.

A Mippei entrega corrente com aditamento fora do Paraná?

Entrega. A Mippei fica em Curitiba, tem a presença mais forte no Sul e atende todo o Brasil. O atendimento técnico é o mesmo para qualquer estado — o que muda é só o frete.

Quanto tempo leva uma corrente com aditamento?

Depende da configuração. Tipo padrão em tamanho corrente tem prazo curto; aditamento especial, material inox ou linha Lambda com aba específica entram em fabricação. Vale pedir a cotação com o prazo junto, porque em muitos casos existe mais de uma configuração que resolve — e uma delas costuma estar disponível antes.

Por que comprar corrente com aditamento pela Mippei

A Mippei é distribuidora autorizada Tsubaki. Não trabalhamos com segunda linha nem com similar sem procedência: o que sai daqui tem rastreabilidade de fabricante, e o suporte de aplicação vem junto com a peça. Em aditamento isso pesa mais do que em corrente lisa, porque o erro não aparece na hora da compra — aparece três meses depois, quando a aba torce ou a chapa não alinha.

Ficamos em Curitiba/PR, com a presença mais forte no Sul, e atendemos todo o Brasil. Os setores em que a corrente com aditamento mais aparece no nosso dia a dia são papel e celulose, mineração, agroindústria, alimentos e bebidas, e químico e farmacêutico.

Linhas Tsubaki que costumam ser pedidas junto com a corrente com aditamento:

Manda o que você tem que a gente resolve o resto.
Código antigo, foto do elo, desenho da máquina ou só o nome do equipamento — qualquer um desses já serve para começar a cotação.

Cotação rápida no WhatsApp
ou ligue (41) 99937-1387